Neymar “salva” criança de seguranças e levanta Soccer City – Terra Brasil


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Neymar "salva" criança de seguranças e levanta Soccer City
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jogos do mario
Image by orxeira
Amanita Muscaria.
pt.wikipedia.org/wiki/Amanita_muscaria
O Amanita muscaria, conhecido como agário-das-moscas ou mata-moscas é um fungo basidiomiceto natural de regiões com clima boreal ou temperado do hemisfério norte. Possui propriedades psicoativas e alucinógenas em humanos. O componente ativo é o ácido ibotêmico. O pesquisador Robert Gordon Wasson no seu livro Soma – Divine Mushroom of Immortality, sugeriu que o cogumelo está associado ao Soma, bebida sagrada dos Vedas, devido ao fato de essa bebida ser citada nos hinos do Rigveda (os mais antigos textos religiosos) e onde havia a presença de tais cogumelos consumidos pelos xamãs da região.

Na cultura popular cogumelos vermelhos com pontos brancos como o Amanita muscaria aparece em diversas produções como por exemplo no jogo Super Mario Bros., no filme Fantasia da Disney de 1940 e nas ilustrações do livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, onde Alice conversa com uma lagarta sentada em um Amanita muscaria fumando narguilé em visível insinuação psicodélica.

pt.wikipedia.org/wiki/Amanita

Amanita, é um género de fungos basidiomicetos da família Amanitaceae, compreendendo aproximadamente 600 espécies que apresentam um anel abaixo do píleo (o popular chapéu) e esporos brancos; algumas espécies são comestíveis, mas muitas são tóxicas ou até mortais, incluindo algumas das espécies mais tóxicas de cogumelos de todo mundo.

Características
Os fungos do gênero amanita são compostos por micélio e por cogumelo. O micélio é a parte que fica enterrada e é o fungo em si mesmo, sendo constituído por hifas (finas estruturas que se assemelham a cabelos humanos). Já os cogumelos, sendo a parte reprodutora do fungo, situam-se ao de cima da terra. São organismos decompositores.

Amanita caesarea.O gênero amanita é conhecido pelos seus cogumelos com lamelas ou camadas, esporos brancos e uma volva. No início do seu ciclo de desenvolvimento os fungos Amanita, apresentam-se na forma de ovos brancos, mas a pouco e pouco o cogumelo se desenvolve, saindo para fora da terra. Depois, a volva começa a rasgar-se permanecendo na base por vezes reduzida a pó. Os restos da volva acabam por ficar no chapéu em quase todas as espécies. Infelizmente, algumas destas características são muito frágeis e podem ser removidas pela chuva, vento ou mesmo pelos animais. Contudo isto só se torna um problema quando se procuram amanitas para comer, pois só nesse caso é que se torna necessário que todas as características estejam no seu perfeito lugar para que se distingam as espécies comestíveis daquelas que podem causar envenenamento. Até ao final do desenvolvimento do cogumelo, isto é, até todas as cores aparecerem, passa-se um ano na maior parte das espécies amanitas. A época do ano em que os cogumelos se encontram maduros e aptos para a reprodução é o Outono.

[editar] Ocorrência no Brasil
Este tipo de cogumelo é bastante conhecido na Europa e na América do Norte. No Brasil, foi constatado pela primeira em trabalhos do Padre Jesuíta Johannes Rick no Rio Grande do Sul. A espécie alucinógena Amanita muscaria foi relatada pela primeira vez no planalto riograndense pela micóloga Maria Homrich e publicado no periódico Sellowia em 1965. Nessa ocasião, a introdução desse cogumelo no Brasil foi atribuída a importação de sementes de Pinus de regiões onde ele é nativo. Os esporos do fungo teriam sido trazidos em mistura com as sementes importadas. Posteriormente, o cogumelo foi também encontrado no Rio Grande do Sul e, mais recentemente (1984) em São Paulo na região de Itararé, em associação micorrízica com Pinus pseudostrobus. Espécies nativas de Amanita são citadas para a Amazônia pelo holandês C. Bas em 1978, que na ocasião descreve sete espécies novas para a ciência (A. campinaranae Bas, A. coacta , A. craseoderma Bas, A. crebresulcata Bas, A. lanivolva Bas, A.lanivolva Bas e A. sulcatissima Bas) e um nome provisório (A. phaea Bas). Também existem citações de Amanita no Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rondônia e Pernambuco.

[editar] Espécies comestíveis
Algumas espécies de Amanita são comestíveis – Amanita cesarea (Fr.) Mlady, Amanita ovoidea (Bull.:Fr.) Quil., Amanita valens Gilbert., Amanita giberti Beaus. entre outras.

[editar] Envenenamento por ingestão
Este género é o responsável por 95% das fatalidades resultantes de envenenamento por cogumelos, sendo a toxina mais potente presente nestes cogumelos a alfa-amanitina. O conhecimento e o estudo constituem a melhor forma de evitar um envenenamento por um amanita, e é por isso necessário conhecer bem o cogumelo e os seus constituintes.

Apesar disso, neste género existem também muitas espécies que formam cogumelos comestíveis assim como outras que são usadas pelo Homem como corante.

Cogumelos deste gênero são usados também como alucinógenos causando intoxicações e mortes em milhares de jovens ao redor do mundo.

[editar] Amatoxinas e falotoxinas
Porém, segundo alguns autores, 90 a 95% das mortes ocorridas na Europa como resultado de micetismo — nome dado ao envenenamento por cogumelos — foram atribuídas a uma única espécie de Amanita, o Amanita phalloides (Vaill.:Fr.) Link, espécie conhecida popularmente como "taça da morte" ou ainda por "taça verde da morte".

Esta espécie possui um píleo ou "chapéu" de coloração verde oliva, com cerca de 12 cm de diâmetro e 10 a 15 cm de altura no estipe. O A. phalloides apresenta-se por vezes isento de cor e com volva pouco definida, podendo então ser facilmente confundido com Amanita mappa (Batsch) Pers. ou mesmo com Agaricus campestris, L. selvagens, que são espécies comestíveis e que não apresentam toxicidade. As espécies venenosas de Amanita contêm compostos ciclopeptídicos conhecidos como amatoxinas e falotoxinas, altamente tóxicos e mortais, para os quais não existem antídotos eficientes.

A maioria dos fungos Amanita não possui qualquer sabor especial que os identifique e suas toxinas têm um período latente para manifestação de sintomas bastante longo, permitindo sua completa absorção pelo organismo antes de que qualquer medida de tratamento ou desintoxicação tenha sido adotada. As toxinas atuam, predominantemente, no fígado e a morte, no caso dos amanitas contendo compostos letais, ocorre por coma hepático, sem que haja terapêutica específica.

Além de A. phalloides, Amanita virosa e Amanita pantherina (DC.) Secr., que são tóxicos, Amanita verna (Bull.) Pers. é o grande responsável pelas mortes por intoxicação que ocorrem nos Estados Unidos.

[editar] Ácido ibotênico
Cogumelos frescos contêm o ácido ibotênico, que tem efeito sobre o sistema nervoso, sendo os cogumelos secos muito mais potentes. Isso ocorre porque o ácido ibotênico, com a secagem, é degradado em muscinol, após descarboxilação, sendo 5 a 10 vezes mais psicoativo. Cogumelos secos são capazes de manter sua potência por 5 a 11 anos. Poucas mortes foram, até hoje, relacionadas com esse tipo de envenenamento e 10 ou mais cogumelos podem constituir-se em uma dose fatal.

Na maioria dos casos o melhor tratamento é o não-tratamento, pois a recuperação é espontânea e completada em 24 horas. Dizem os relatos que pessoas sob os efeitos dos princípios ativos do cogumelo escarlate mosqueado, Amanita muscaria tornam-se hiperativas, fazendo movimentos compulsivos e descoordenados, falando sem parar e com a percepção de realidade totalmente alterada. Ocasionalmente, a experiência pode tornar-se altamente depressiva. A. muscaria parece conter uma ou mais substâncias que afetam especialmente o sistema nervoso central.

A. muscaria apresenta a vantagem de que seu princípio ativo é excretado intacto pela urina, podendo ser reciclado e utilizado outra vez por homens e mulheres em banquetes orgíacos.Nunca foram relatadas mortes pelo uso do A.muscaria. Usualmente, de uma a três horas depois de sua ingestão, há um período de delírio e alucinações, por vezes acompanhado de certas perturbações gastrointestinais. Após algumas horas desse estado de excitação psíquica, advém um intenso estupor e o indivíduo acorda sem se lembrar de coisa alguma do que se passou.

Essa variação da opinião de tantos autores deve-se, provavelmente, a que as substâncias intoxicantes, que situam-se principalmente na camada superficial do píleo, variam consideravelmente em suas quantidades de acordo com a região e as condições nas quais os cogumelos se desenvolvem.

Ligações

www.geocities.com/~esabio/cogumelo/amanitamuscaria.htm
www.idsetas.com/

Uma criança de 11 anos pode assistir ao filme Atividade Paranormal?

Question by : Uma criança de 11 anos pode assistir ao filme Atividade Paranormal?
No Cinemark? Acompanhado de um maior de idade? Precisa levar autorização?
OBS: O filme é inadequado para menores de 14 anos.

Best answer:

Answer by chelo
sei lá!..se assistem até a série MR.DOG da brasileirinhas…esse dai é pintinho!

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Uma criança de 10 anos pode assistir Lua Nova no Cinemark?

Question by Laura: Uma criança de 10 anos pode assistir Lua Nova no Cinemark?
Olá gostaria de saber se uma criança pode assistir um filme com a classificação de 12 anos?
E um bebê de 10 meses pode ir tbm?
E quanto custa o ingresso para Lua Nova de Tarde no Cinemark de tarde na Quarta-Feira?

Best answer:

Answer by Lari_M
Sim acompanhado de um adulto !

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CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO (PARTE 5)

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CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO (PARTE 3)

Este documentário está divido em 6 partes, esta é a 3ª. Assista todas elas, com troca automática ao final de cada parte. Clique somente uma vez aqui: www.youtube.com CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO Um documentário sobre publicidade, consumo e infância. Produtora: Maria Farinha Produções Direção: Estela Renner Produção Executiva: Marcos Nisti Sinopse: “Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?” Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual

CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO (PARTE 2)

Este documentário está divido em 6 partes, esta é a 2ª. Assista todas elas, com troca automática ao final de cada parte. Clique somente uma vez aqui: www.youtube.com CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO Um documentário sobre publicidade, consumo e infância. Produtora: Maria Farinha Produções Direção: Estela Renner Produção Executiva: Marcos Nisti Sinopse: “Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?” Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual